6.22.2011

Confused Mind

Se eu pudesse apenas, ficar sentado e te esperar, mais de uma noite e a eternidade da tempestade meus ossos cozinhariam e no inferno gélido, a chuva que queima poderia trazer a paz a uma alma que ainda luta em paz e grita até que haja silencio, no fim da estrada sempre ha outra mais para ser seguida, sem que haja real esperança.
A liberdade me ronda, rindo das minhas correntes, e da minha prisão, você, as grades de um espirito que nunca se libertou. Nirvana, foda-se também, sem esperanças de um lugar que não existe, abençoado, por uma maldição que não existe, feridas, um corpo repleto de sofrimento, dor em um fim indigno. Ou sim?! o tempo que ainda fura minha esperança com dor e esperança, eu sorri, um tormento em forma de sorriso, para enganar os que estão distante, o tempo que eu não tive para me sentir livre, o tempo que eu não tive você, crianças ainda correm pelos campos verde, em pensamentos confusos, onde as feridas ainda não cicatrizam, onde a dor ainda é real. Não! porque eu fugi e fui fraco, a verdade é que minhas palavras se repetem como a minha vida. um confuso redemoinho de ideias afundando.

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