6.24.2011

Our Own Demons

Eu arranquei meus olhos pois assim mão iria mais te ver, eu pensei que isso iria tornar as coisas mais faceis, mas agora eu estou cego e tropeçando nos meus proprios passos, rastejando pelo chão, perturbado. Querida por favor segure minhas mãos e guie-me através da escuridão eu estou perdido e sozinho nas sombras de um demonio que eu criei por mim mesmo.
"Agora ninguem pode salvar-te se não tu mesmo" foram as palavras que eu ouvi, vazias numa dor tola com a ternura que ela sempre manteve em  si, para ela e seus demonios, eu corri contra tudo que eu acreditava enquando você fugia na contra-mão.
Quando eu te dei a verdade você lutou por uma mentira quando o tempo e os lugares não saiem da sua cabeça e as memorias são muito dolorosas para serem lembradas, nós lutamos por nossas proprias verdades porque a realidade doi mais do que jamais pudemos suportar, nós nos colocamos contra a parede em uma dança de euforia e tensão, o ar congelado em nossa volta derrete com as visões que nossos olhos teem agora enquanto queima nossos pulmões por dentro enquanto nós inalamos esse mal pelos pulmões e exalamos o que restava da nossa consciência, os demônios que lutamos para afastar agora deixamos tomar conta de nossos corpos poluindo nossas mentes.

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