7.23.2011

A Sinner I Become

Paredes brancas um chão molhado em uma sala cheia de remorço que me afoga como o mar, e ela que eu arranquei os pedaços fazendo se tornar o que ela é de verdade, me tornando como ela.
Ela que agora deveria afundar em ressentimentos agarrada a mim me fazendo afundar como uma ancora, como eu fiz. Todos nós temos um dor e um ressentimento que nao contamos a nós mesmos, isso agora me devora como uma doença alimentada da minha alma como um cancer.
Eu olho para as nuvens, suaves, e onde antes deitado na grama verde eu via a paz, agora eu vejo lobos, no mar vermelho de inquietude que eu agora me encontro, tentando manter meus olhos fechados me deitando e deixando minha costas queimarem, tentando fingir nao perceber que me encontro eu um abismo, inferno.
eu me tornei aquilo que julgava errado, e tudo aquilo que eu passei a vida a observar de longe, agora se encotra proximo a mim sussurando luxuria em meus ouvidos, porque eu me tornei algo mais. Eu lutei contra mim mesmo em uma dança além desta vida e deste corpo, eu fui tomado por meu destino, eu perdi a consciencia ou talvez tenha tomado-a de volta sem saber, ela me deixa um dor, uma adaga cravada contra meu peito, nas lagrimas daquela que perdeu o que amava eu vejo as minhas incobrindo um sorriso discreto dado por aquele que se converteu no pecado que julgava telo trazido a tona agora se torna maior fazendo de si o verdadeiro e tomando a consciencia de ter amado e se entrelaçado, o inicial ainda estaria presente nele.

Um comentário:

  1. eu adoro ler teu blog,
    ele tem palavras fortes q me deixam triste ou seilá oque.
    mais minha visão fica cheia de listras brancas.
    UAHSIOUASH

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